Vendo o falso Marcus correndo em sua dire??o junto com diversos animais, o trio ficou atordoado. - Droga. - Lisandra xingou enquanto movimentava suas m?os em dire??o à Doam e Marcus e os três flutuavam e param no ar. - Usar em vocês é muito desgastante pra mim. temos que lidar com os animais primeiro. - Lisandra estava suando frio enquanto sugeria um plano para seguir. - Eu tenho um plano. - Doam falou rapidamente e o trio rapidamente se moveu. Desceu ao ch?o.
- Eu cuido dos animais, você foque no falso você. e Doam se proteja - Lisandra avisou a Doam e Marcus que rapidamente tenta achar o falso Marcus. - Vai ser complicado com ele se escondendo atrás de um le?o carmesim. - Ele o viu atrás de um le?o que tinha uma juba vermelha. Um tigre aparece atrás dele, suas presas prestes a atingir Marcus, mas uma brisa aparece e a cabe?a do le?o cai no ch?o. - Irei contar com você. - Marcus falou e Lisandra que estava a poucos metros dele concordou.
Marcus se aproxima do le?o carmesim e abre a palma da m?o na dire??o dele, uma espada se forma embaixo do le?o, ele fecha a m?o deixando o dedo indicado de fora e o move para cima e a espada se move na mesma dire??o, mas o le?o rapidamente foge da espada. - Será difícil. - Marcus rapidamente se move em dire??o ao falso Marcus, a espada que estava no ar volta para ele e ao agarrá-la ele tenta cortar o pesco?o de seu oponente que rapidamente se abaixa e tenta desferir um soco no peito de Marcus, mas uma mola aparece em seu peito e quando o soco tocou a mola e a esticou, Marcus voa para trás. - Pelos menos consegui amenizar o impacto. Ele luta de m?o nuas, seu poder físico deve ser muito forte. - Uma gota de sangue sai da boca de Marcus, ele o seca com as costas de sua m?o. Molas aparecem na sola de seus sapatos, ele pisa forte e a mola o joga de volta para seu oponente em alta velocidade.
- Ele está vindo de cabe?a ? - O falso Marcus pensa um pouco e decide ir de cabe?a para cima de Marcus, ele levanta sua perna tentando acertar o pesco?o de Marcus que desvia e tenta tocar o corpo do falso Marcus com as m?os enquanto formava uma espada. - A espada que ele tinha sumiu. - O falso Marcus percebeu a estratégia de Marcus e desfere um soco na dire??o da espada e diz. - Exploda. - Quando sua m?o tocou a espada uma explos?o ocorreu, jogando o falso Marcus e o verdadeiro Marcus para longe. - Desgra?ado. conseguiu cortar minha m?o. - Havia um corte no meio dos seus dedos onde a espada cortou. Ao olhar para sua m?o o falso Marcus percebe os ferimentos, ele rapidamente se desloca para próximo de uma árvore e pega folhas para por em cima da ferida da m?o.
Marcus cai, bate numa árvore e cai no ch?o, os animais correm em sua dire??o, mas uma brisa cortou todos eles. Ao se levantar, seu pulso e todos seus dedos estavam quebrados. - Que droga, ele possui VOG de guerra e provavelmente percebeu que eu possuo o da imagina??o. - A m?o de Marcus come?ou a se regenerar rapidamente. Ele olha na dire??o para onde o falso Marcus voou e n?o o achou momentaneamente até que o viu próximo de uma árvore colocando folhas na m?o. - Folhas ? Mas porque ? - Marcus encarava a cena. - Ele n?o possui um VOG que possa curá-lo ? - O falso Marcus percebeu seu olhar e o encarou de volta. - Você possui um VOG de longevidade ? - Ele estava surpreso. - O que o faz pensar que eu o possuo ? - O falso Marcus sorri ao dizer. - N?o se fa?a de idiota, está velocidade de regenera??o é anormal. Obrigado, quando matá-lo esse VOG será meu. - Marcus sorri levemente ao dizer. - Em contrapartida você parece n?o possuir nenhum. Tem certeza que vai conseguir suportar ? - Marcus o provocou de volta e o falso Marcus parou de sorrir abruptamente. - N?o tem como negar, mas e daí ? Se a luta for sobre resistência, você n?o tem a menor chance. - Marcus ficou quieto, seu oponente estava completamente certo, ele n?o possui uma resistência muito alta, apesar de ter uma regenera??o forte. - O velho companheiro da Srta. Gold estava certo. - Ele suspira ao lembrar da batalha que teve com o velho Berys. - Preciso de uma boa combina??o. - Quando olha para o falso Marcus novamente, percebe que o perdeu de vista. - Droga, perdi o foco por alguns segundos apenas. - Ele se atenta ao ambiente, ao seu redor estava lotado de animais que tentavam atacá-lo mas acabavam mortos. Havia um amontoado de cadáveres ao lado dele e ele sobe em cima. - Posso ter uma vis?o mais ampla. - Ele sobe no amontoado preparado para o ataque.
A montanha de cadáveres mexe abruptamente, o que o faz trope?ar, mas continua subindo até o topo. No topo ele só vê animais por toda parte. Ele sente um arrepio, a ansiedade toma conta dele e quando estava prestes a fugir, sente um agarr?o na sua perna. - N?o t?o rápido. - O falso Marcus entrou na pilha de corpos de animais e subiu até o topo.
Ele puxa o verdadeiro Marcus para dentro da pilha de corpos e com a m?o que estava machucada, desferiu diversos socos em Marcus. - Droga, quando ? - Marcus lembra do momento. - foi quando eu tropecei. - Ele havia chegado à conclus?o. Ele criava constantemente Molas nos lugares que recebia os golpes. Ele sente uma dor aguda e frita alta. - Minha perna. - O falso Marcus havia apertado t?o forte que quebrou a perna de Marcus. Ele sai da pilha de corpos carregando Marcus que criou uma espada e golpeou a m?o do falso Marcus, mas ele agarra a lamina com as m?o nuas, sangue escorre das laminas e desfere um golpe com a cabe?a no peito de Marcus, cuspindo sangue, o falso Marcus o levanta e o arremessa com for?a no ch?o, mas antes que pudesse desferir o último golpe. Sua express?o muda. - O que é isso ? - Ele foge rapidamente e algum momento depois uma rajada de vento passou cortando tudo pela frente. - Isso teria me cortado ao meio… Onde aquela mulher está ?- Ele para por um momento, mas n?o consegue achá-la. - parece que será mais difícil do que pensei. - Ele respira fundo. - Dignos daqueles que derrotaram Srta. Gold e o Berys. - Ele volta seu olhar para Marcos que estava gravemente ferido no ch?o. - Desgra?ado, há apenas alguns ferimentos, nada fatal. - Ele estava animado, surpreso com o poder do VOG da longevidade. - Mau posso esperar para obtê-lo.
Marcus se levanta, suas feridas parcialmente curadas. - Que droga, doe muito. - Suas m?os tremiam. Ele se regenera, mas ainda sente toda a dor. - Pe?o desculpas, continuo sendo salvo por você. - Ele escuta a voz de Lisandra soar do vento. - Apenas se concentre na sua batalha. - O verdadeiro Marcus acena com a cabe?a para o nada. - Você está louco ? - O falso Marcus pergunta enquanto assistia a cena. - N?o se importe com isso. - Marcus olha para o falso, respira fundo, ele estava mais focado, mais atento. Molas aparecem nas solas de seu sapato e ele salta, subindo em uma árvore e conjura um arco. Ele mira no falso Marcus e atira. O falso Marcus desvia para o lado e corre enquanto Marcus dispara diversas flechas criadas por ele. - Quando ele dispara 5 flechas, uma some e outra é conjurada… ent?o ele só pode criar 5 flechas. - O falso Marcus conclui e continua correndo sem parar. Marcus conjura três flechas e as dispara simultaneamente, o falso Marcus foi pego de surpresa. - Ele podia fazer isso ? - Ele pega um tigre de pelagem prateada e o usa como escudo. - Agora você come?ou a lutar de verdade. - O falso Marcus provoca quando vê que a ponta das flechas atravessam o corpo do tigre. - Eu era ignorante perante meu próprio poder, estou apenas pensando agora. - Marcus sorri. Ele subitamente para de disparar as flechas, o falso Marcus parou de fugir n?o havendo mais flechas.
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Marcus conjura uma arma de fogo, uma pistola, ao apertar o gatilho, 5 balas s?o disparadas de uma vez. O falso Marcus n?o teve tempo de desviar de todas, seu bíceps é atingido. - N?o s?o balas comuns. - Ele correu mais a fundo na floresta e se escondeu, Marcus n?o conseguia achá-lo. Sua pistola desaparece. - Te peguei. - O falso Marcus aparece abruptamente atrás do verdadeiro, e golpeia a cabe?a do verdadeiro Marcus.
BOOOM
- AAHHH - O falso Marcus grita de dor, antes que seu punho acertasse a cabe?a de Marcus, seu bíceps explodiu, seu bra?o estava em um estado grotesco e ele continuava gritando sem parar. - AAAHHH MEU BRA?O, MEU BRA?O - Ele estava atordoado, a dor aguda era demais para ele suportar. Marcus, com o rosto sujo de sangue da explos?o, rapidamente conjura uma espada e desfere um golpe no pesco?o do falso Marcus. - N?O, ME AJUDA, KEVIN - Desesperado, pede ajuda de seu aliado. Antes que a espada de Marcus pudesse finalizar seu oponente, uma raiz afiada sai do ch?o em dire??o ao seu peito, Marcus pula e se afasta. - A floresta tem vida ? - Marcus foge para o local da batalha, era uma área relativamente ampla. - preciso sair daqui rápido. - ao chegar na área. - Eu estava em uma árvore, porque ele n?o me atacou ? - Reflexivo, ele olhou ao redor. - Deve ter alguma restri??o. - Ele criava conclus?es em sua cabe?a. - mas qual seria a restri??o ? - Ele estava em um dilema.
mais a fundo na floresta.
O falso Marcus chorava. - Porque?... Era.. Era pra ser uma miss?o fácil. - Ele solu?ava. - Ai, isso doeu demais, preciso fugir. - Ele colocou a m?o com folhas de árvore, a ferida já estava curada sobre a ferida, o sangue vazando por entre os dedos, tentou olhar mas n?o conseguia, virando o rosto. Andou na floresta. - Kevin, me tire daqui, preciso fugir. - Decidido a fugir. - Seu idiota, n?o fale meu nome alto. - A voz de Kevin saiu de um animal, outro le?o carmesim e o repreendeu. - Que se foda seu nome, apare?a e me tire daqui agora. - Kevin n?o respondeu e n?o obtendo respostas, o Falso Marcus ficou mais irritado. -Responda seu desgra?ado, me tire daqui, AGORAA. - O le?o carmesim o respondeu. - Eu estou ocupado, a mulher está me ca?ando, n?o posso ajudá-lo. - Você vai pagar caro se n?o me tirar daqui. - O le?o o encarou intensamente, o falso Marcus treme de medo. - Porque ele o recomendou ? - Mas o falso Marcus parecia confuso. - Ele ? ele quem ? - As lágrimas haviam secado, mas a dor permanecia. - Ela está aqui, n?o posso ajudá-lo Magnus. - O le?o corre para dentro da floresta. - O que ? ei, volte aqui. - O falso Marcus tenta perseguir o le?o, mas a dor o impede, ele cai no ch?o, sua vis?o turva, o sangue já havia parado de vazar e no ch?o, ele desmaia.
Na área mais ampla onde Marcus estava. Doam aparece. - Estamos quase prontos, vá ajudar Lisandra. - Marcus o escuta, mas permanece parado e se afasta. - Como vou saber se é realmente você ? - Doam fica momentaneamente atordoado. - Vermont - Doam sussurra baixinho, mas Marcus o escuta. - Onde ela está ? - Doam aponta para o lado oposto de onde Marcus deixou seu oponente. - Siga reto. - Marcus cria Molas na sola de seu sapato e vai pulando o mais rápido que consegue até o local.
- Tenho que ir também. - Doam também corre para o local.
No local da batalha de Lisandra.
- Você vai continuar se escondendo e fugindo ? - Lisandra questiona o falso Doam. - humph, você n?o consegue me achar ? - Dezenas de animais correm amontoados em dire??o a Lisandra, - Covarde. - Ela mata os animais que correm em sua dire??o. - Droga, ele está atacando minha resistência. - Ela pensa enquanto mata os animais, os cortando com rajadas de vento afiadas. Ela olha ao redor. - Droga, maldito covarde. - Pilhas que pareciam ter uma centena de cadáveres de animais estavam ao seu redor. - O que ? porque parou ? - N?o havia mais animais atacando-a. Ela fecha seus olhos, uma brisa passa por ela, ela rapidamente levita e voa rapidamente para o lado esquerdo. - Achei - O falso Marcus fica surpreso, quando olhou para trás, Lisandra estava a menos de 5 metros de distancia dele. Ele levanta as duas m?os e abaixa em dire??o de Lisandra, raízes e galhos de árvores afiadas bloqueiam seu caminho. - N?o é suficiente. - Ela rapidamente corta as raízes e galhos. - Distra??o ? - O falso Marcus já n?o estava no local. Ela fecha os olhos novamente, brisas passando por seu corpo, mas ela permanecia parada. - Cadê você ? - Ela estava completamente concentrada, mas n?o conseguia achá-lo.
- Aí está. - Ela rapidamente vira e dessa vez voa rapidamente para trás. Rapidamente chega no local. Ela vê o falso Doam, sua velocidade aumenta. O falso Doam sente um arrepio e desvia para a esquerda, mas seu ombro é cortado, sangue espirrando. Ele rapidamente foge. - Distra??o n?o vai funcionar de novo. - Ela rapidamente corta as árvores, raízes e galhos a sua frente, atacando com for?a total. Mas o espa?o ao redor do falso Doam se distorce e ele desaparece. - Espa?o, ent?o o culpado é você. - Ela continuou tentando achá-lo. Mas sem sucesso.
Em um local escondido dentro da floresta. - Maldito magnus, por culpa dele eu me feri. - Ele olha para seu ombro, ele toca na ferida e vinhas apareceram no corte profundo e aberto em seu ombro e costurou o ferimento. - Quanta choradeira por um simples ferimento no bra?o… - Vendo que a costura havia terminado ele suspirou aliviado. - Astro, porque recomendou ele… - O falso Doam estava receoso. - O que está planejando ? - Ele se levanta, o espa?o se distorce novamente e ele desaparece do local.
Marcus chega no local e vê Lisandra de olhos fechados, concentrada. - aconteceu algo ? - Lisandra abre os olhos e olha para Marcus. - Estou tentando achá-lo. - Marcus caminha na dire??o dela. - Antes me prove que você é realmente você. - Marcus para por um momento. - Vermont - Ele sussurra baixinho, Lisandra está longe, mas consegue ouvir facilmente. - Será mais difícil do que pensávamos. - Marcus estreita os olhos. - Porque ? - Lisandra ia responder, quando os animais correram em dire??o a eles. - vamos até Doam. - Ela voa rapidamente e Marcus usa suas molas para acompanhá-la. Eles logo acham Doam. Lisandra para perto de Doam. N?o havia monstros perto dele, todos correram para o fundo da floresta onde o trio estava anteriormente.
Lisandra toca suas palmas das m?os, ao afastar as palmas uma da outra um círculo de vento pequeno aparece e a medida que ela afasta as palmas esse círculo aumenta até que, de uma só vez, ela afasta as palmas o máximo possível, aquilo cria uma bolha de vento cortante ao redor deles. - O falso Doam é difícil de se pegar, o VOG espacial dele é mais forte. - Doam suspira.
- Eu consegui incapacitar o aliado dele, mas n?o sei por quanto tempo. - Marcus informou a Lisandra. - Isso é bom, podemos lutar contra o falso Doam juntos. - Doam parecia deprimido, seu olhar baixo. - foi mal por n?o conseguir ajudar diretamente na luta. - Lisandra negou balan?ando a cabe?a. - Você é de grande ajuda. - Ela olha momentaneamente para a floresta, os animais n?o mais os atacavam. - criarei outra bolha e você ficará dentro dela até tudo estar pronto. - Ela olha para Doam que concorda com a cabe?a. - você e eu lutaremos contra o falso Doam juntos. - Ela direcionou seu olhar para Marcus que também acenou com a cabe?a em concordancia. Ela desfaz a bolha e o trio anda na floresta com Lisandra guiando o caminho, Doam no meio e Marcus o último. A noite estava chegando e a floresta escurecia.

